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aí rolou a tal da festa surpresa que de surpresa não teve muita coisa. o bolo de cenoura tava delícia.

queria ter tirado fotos do aniversariante ganhando o instrumento-musical-que-não-toca surpresa, mas esqueci a máquina em casa.

e até que ele pareceu ter gostado. não é uma pessoa assim EXTREMAMENTE efusiva (hahaha, nada efusivo, na verdade), mas foi tudo muito bem, tudo muito bom. até arriscou meter a boca no trombone. trompete, no caso.

aí na falta de fotos, vai a tirinha que RESUME a festa (hahaha, altos gordjênhos disputando a varanda :0)).


gosto bastante dos apartamentos da augusta (sentido putas centro). ENORMES né. a varanda é que não tinha condições mesmo. apartamento de não fumante é foda.

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bolo

 

e eu nem sei se pode.

 

mas como só entram aqui meia dúzia de gentes, acho que não tem problema.

 

ontem foi aniversário da tate. a gonzaguinha, você sabe. e eu nem preciso dizer como eu gosto dela né. tipos que eu LIGO pra ela às 3h da manhã. sem estar bêbada. e a gente fica em silêncio. numa boa. nunca é contrangedor. eu vou pra casa dela e blábláblá aí acaba o assunto e óquêi. a gente fica numa bôua, até brotar outra idéia. simples assim.

 

e isso resume né. que, oi, eu ainda não superei o fato dela não trabalhar mais aqui com a gente.

 

enfim, o lance é que sábado tem aniversário da gonzaga. e vai ser um sarau, veja só (que hippie). é claro que eu não estou planejando nenhuma performance, mas há uma possibilidade. estamos praticando há meses aquela dancinha da feist. one evening é o nome da música. algumas pessoas já viram e não nos deixam mentir.

 

então, se o lugar servir mojitos e caipirinhas de saquê incríveis, é possível que isso aconteça. e eu sou o rapaz na dança, vale lembrar.

 

aí é isso. pode ser que você conheça a gonzaga e queira ir à festa por conta disso. mas pode ser também que você não a conheça, mas não pretende perder a chance de me ver rodopiando no palco. acho justo.

 

A Estalagem – http://www.aestalagem.com.br/

Largo Moema, 2 – Moema 

Sábado, 26/04, à partir das 20h (comanda individual)

as fotas.

danilo vulgo leandro vulgo bocão. filho da fau. mostrando toda sua desenvoltura num traje social (emprestado, logicamente).

depois de ter sido confundido com um neo-hippie e subornar o segurança japa-gordinho, teve sua entrada liberada. notem o alívio. só no joínha.

ao seu lado O feio (não me pergunte), profundo conhecedor da cultura ayahuasca, sugerindo dar uma gelada no whisky. no balde. com as cervejas.

a rapêize. o segurança garantindo a degustação saudável e a sempre presente caipirinha de saquê. fazendo a alegria da colônia.

stanley, o formando.

feio, olha a foto. oi?

todo mundo xis.

daí pra frente é morro abaixo. a dignidade foi dar uma volta e mandou lembranças.

até aha-uhu-o-big-brother-é-nosso rolou. tá, mentira.

nada como ser um filho da puc.
eu sou costumè* em festa de formatura. fui a pouquíssimos casamentos na minha vida. só de parente mesmo. de amigo quando convidaram eu não fui. mas só porque é mais fácil chamar COLEGA de AMIGO. não era né. já que, de fato, eu não dei as caras.
as formaturas pipocam. duas ou três por ano. o povo GOSTA de comemorar. formatura de oitava, de colegial e de faculdade. um desperdício de roupa. porque, oi, festa de formatura é sempre igual. mas não. o povo aluga, compra, costura ou empresta um vestido por ocasião. todos invariavelmente horrendos.
(desculpa. mas eu NUNCA gostei de vestido com AQUELE tecido. AQUELE que tem um efeito brilhante. mangas e/ou barra assimétrica (cre-do) e/ou tomara-que-caia e/ou costas expostas e/ou peitolas assanhadas… não importa. são feios. talvez AQUELE tecido funcione numa GRANDE produção. digo. feito por alguém que COSTURE com perfeição. uma marca terrrivelmente cara e tals. mas naquela loja de aluguel de trajes do seu bairro, acredite, NADA funcionará.)
(e ninguém me convence de que há alguma diferença além das cores. não há. o molde é o mesmo. aí o fulano-stylist-traje-de-aluguel entra com a tesoura e tira uma manga. pega um TULE (ohlord!) e JOGA na gola. ou faz um FRU-FRU na barra. aplica umas bijous e tcha-ram. tá pronta bee. o caimento é melhor ou pior dependendo do corpitcho de quem veste. e uma coisa que nenhum fulano-stylist-traje-de-aluguel avisa é que. AQUELE tecido MARCA a mais malhada das barrigas.)

enfim. TUDO isso pra contar né. que eu não perdi minha dignidade na bahia. ou em algum pós-carnaval em são paulo. perdi numa festa de formatura mesmo. de ARROMBA.

***

é como eu disse. nada como ser um filho da puc.

esqueça festa de formatura onde as pessoas passam calor. os filhos da puc têm ar-condicionado capaz de manter 400 pessoas fresquinhas enquanto se jogam na pista. esqueça os petiscos frios de camarão. na formatura dos filhos da puc você vai encontrar um buffet de comida japonesa, outro de massas, outros de junky food, outro de doces e um de sorvete. além dos petiscos pra lá e pra cá. ESQUEÇA o vai e vem de cerveja e só. os filhos da puc têm um whyskão por mesa, caipirinhas mils à vontade, baldes de cerveja, blablabla meu fígado.


aí né. vão os pRobes (eu) pra festa. que já entram com, digamos, POUCA dignidade. pouco importa quem tá se formando. tanta gente, a regra é abraçar e parabenizar quem estiver na frente. o importante é ENFIAR O PÉ NA JACA.

pois então. enfiamos. cabeça, ombro, joelho e pés. joelho e pés.

daí eu dancei. axé. de mãozinhas pra cima e tudo. fingindo que sabia as letras e tals. uma loucura. eu, os filhos da puc e a banda eclética. porque se tem uma coisa que não muda, seja puc-artes-do-corpo ou universidade federal da pirapora do sul, é o ÓTEMO gosto musical.
e eu fiquei esperando e nada. não rolou FUNKÃO. boring.

***

mas em geral eu continuo tendo problemas com filhos da puc e mackenzistas. preconceito mesmo. e nenhuma festa de arromba é capaz de mudar isso.

(lógico que tou falando das gentes do direito, adm e afins. gente ESPECIAL e tals. e essa festa aí, era dos formandos de adm de 2007. ó que coisa.)

* minha mãe inventou essa palavra. acho.