Arquivo do mês: junho 2008

tou me acabando em provas. me acabando mesmo. sexta-feira esse inferno acaba e a minha vida volta ao normal. acho.

(vou pro interiorrr passar calorrr. (a previsão de lá é de 25ºC, aqui de 13ºC) adôuro. eu não nasci pro frio.)

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dãr

talvez você não conheça o dãr, mas podeixá que eu apresento.

o dãr é um dos caras mais legais da face da terra e isso de certa forma prejudica o relacionamento. sabe aquele bar da augusta que você ADORA, mas deixa de ir por conta dos freqüentadores? então, com o dãr acontece isso também. não que muita gente o FREQUENTE de fato, mas é TANTA gente atrás do dãr que é difícil matar as saudades sem que a sua conversa seja interrompida trocentas vezes por minuto (msn não conta). aí com o dãr é assim. eu digo – conheci esse cara quando ninguém conhecia e era uótimo. aí popularizou e eu mei que me afastei (mas continuo gostando igual).

eu não sei exatamente como a gente se conheceu. sei que foi no róque, no mirc ou em alguma viagem de banda amiga. o lance é que pouquíssimo tempo depois da gente ter se conhecido eu fugi da casa dos meus pais e a gente foi morar junto. mas não, nunca trepamos. moramos eu, o dãr, o mandioca, o jacob, a dyke e um casal de bichos que não vêm ao caso. num apartamento de dois quartos. isso sem contar os agregados, os chilenos roqueiros e imundos, os sem-noção pré e pós-balada e, é preciso ressaltar, a CANECA do jacob.

foi um dos períodos mais divertidos e ao mesmo tempo mais stressantes da minha vida.

sem contar A viagem à curitiba. porque, oi, eu morei em curitiba e, oi de novo, fui trocentas vezes pra lá de busão. mas AQUELA foi a viagem MAIS insana que eu já vivi. apesar de todo o mau humor que ela causou (afinal, ficamos umas 8h parados esperando o só alegria consertar a van, num frio de rachar, na beira da estrada), é o tipo de capítulo da história que, de fato, deveria virar história. numa bôua, ALGUÉM tinha que fazer um livro e incluir aquela epopéia. porque, né, personagem é o que não falta. enfim. dá a maior saudade daquele pessoal. até do babétio, veja você.

entonces. o lance é que o dãr casou com uma artista e tals. e vai rolar todo um bafón-bazar no final de semana. e é preciso recomendar. porque não é preciso conhecer a esposa dele pra saber que é alguém que merece atenção. oi, ela casou com um dos caras mais legais da face da terra. então vá. e se der sorte, encontre uma brecha pra conversar com o dãr, óquêi?!

bazar

esse lance (novo pra mim) de trabalhar perto de casa anda fodendo um pouco a minha vida. fico achando que, ah, tudo bem, tou pertinho, e não vou embora daqui. puta babaquice da minha parte, eu sei. nem em dia de prova eu tenho saído no horário.

tou escrevendo agora pra me lembrar mais tarde.

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os dias têm sido muito muito bons. eu tenho um certo medo de dizer isso. porque é só PENSAR – nossa, como a vida vai bem – pra acontecer uma merda HOMÉRICA e colocar meus pés de volta no chão.

mas talvez seja só uma questão de perspectiva.

semana passada mesmo, aconteceu uma merda HOMÉRICA com a gráfica que me deixou encasquetada durante o final de semana. aquele assuntinho não saía da minha cabeça. aí eu lembrei do saquê e da polpa de fruta congelada e tudo ficou bem de novo.

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esse lance da gráfica não me stressou por conta dO trampo em si. me deixou mesmo com o MAIOR peso no coração por causa do desperdício que ele causou.

onde eu trabalho tem uns QUATRO armários com coisas de gráfica. basicamente as pessoas recomendam os trabalhos e depois decidem que não vão mais usar. juro pra vocês. dá vonta de chorar, numa boa.

aí eu encomendei uns outros lances, mas com a idéia fixa de fazer o negócio funcionar pra evitar o desperdício. pois então, me mandaram. 5.000 exemplares. COM DEFEITO. serião.

eu tinha aprovado um negócio completamente diferente, mas na pressa alguém da gráfica fez uma cagada e me mandou um trabalho que eu simplesmente não vou poder usar.

5.000, entende? é ou não é de cortar o coração?

financeiramente eu tou pouco me lascando. Mesmo porque o erro foi deles, blábláblá, a gente vai acabar resolvendo. mas o que diabos eu vou fazer com esses 5.000 exemplares? dibôua, dá vontade de chorar.

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circo vox

eu contei que fui ao circo?

pois fui, e já devia ter contado e recomendado. circo vox. eles ESTAVAM no memorial da américa latina, mas têm uma tenda permanente na chácara santo antônio, então dá pra ver a programação e ir.

não tem bichos, é claro.

vai e me conta depois. (até a marcia tiburi foi e gostou. ATÉ ela. o negócio é mesmo bom à beça.)

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