Arquivo do mês: março 2008

 túnel anhangabaú

de volta. mais pra lá do que pra cá. de preguiça, de vontade de morar na praia pra sempre.

então é isso por enquanto.

assim que as malas forem desfeitas, as fotos descarregadas e os gatos afofados, eu conto como foi.

(essa foto aí é do panoramio do joannis (o cara azedo mais doce que se tem notícia). vê lá. )

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então estamos indo viajar. bom, na verdade quase. são duas da manhã, as malas estão arrumadas e eu não consigo dormir de afobação. o primeiro plano era acordar cedinho e pegar a estrada. não vai dar. belisco tem dois ou três filmes pra montar e outro pra finalizar. como ele não dorme desde anteontem, não teve redbull + chá verde que desse conta. tá dormindo agora. pediu pra eu acordar dentro de meia hora (mas sei que vai ser impossível). então o segundo plano, no qual eu ainda acredito, consiste em terminar os quatro filmes até de manhãzinha, mandar pro diretor, esperar pouquíssimas alterações, alterar e, até o meio dia, dar o fora daqui. tem todo o lance do sono do belisco. mas acho melhor a gente viajar de carro de dia, devagar e sem trânsito, do que a noite.

enfim, tou nessas.

se tem uma coisa nessa vida que eu sou é ansiosa. de ter febre antes de viajar e tals. então fico BEM chateada quando o que eu planejei não dá certo. e nesse caso já não deu e eu relevei. tou contando mesmo com esse segundo plano.

(a sorte é que essa produtora/diretor são BEM mais relaxados do que qualquer outro que eu já tenha visto (não que eu conheça ,vixi, trocentos. não conheço) então é capaz que ninguém peça alteração nenhuma e a gente consiga sair ao meio-dia sem desespero)

(e só pra você ver como eu sou inteirada nesses freelas do belisco. esses filmes fazem parte de um pacote de 10. que serão 20 depois da viagem. enfim. o lance é que o primeiro filme montado e finalizado e aprovado uhú, teve pitaco meu. fiquei aqui dizendo que a cena x tinha que continuar com a cena y. bem fuxiqueira. aí rolaram duas versões: uma minha do belisco e outra da assistente de direção. oi né, aprovaram a minha do belisco. uhú, vê se eu não fico me achando com uma coisa dessas! (que belisco não me ouça))

:o) até a volta então.

praia

uhú, perae que tem mais (assim que eu conseguir fazer as coisas funcionarem por aqui).

e amanhã hein. toque-toque na cabeça. ai que saudade do mar.

preguiça master aqui.

uploadeando fotas pra postar. vontade zero de escrever QUALQUER coisa.

já já eu volto.

(a internet tá lenta pacas. tentando baixar TODOS os discos do mundo antes de viajar.)

 lagarta

de férias. lagarteando.

(a lagarta é daqui.)

melhor é impossöel

umas manias aí.

 

*

 

1)

 

eu somo os números. das placas de carro, das faixas na rua, do teclado do telefone. onde tem número eu vou somando. aí chego num número só e espero, sei lá, uma resposta. (que não vem, é claro)

 

só não pode somar o número 11, que uma vez me disseram ser um número especial.

 

meu apartamento é 11 na prática. na teoria não.

 

*

 

2)

 

outra mania é a de tirar pêlos com a pinça. não há prazer igual a esse. quando a sombrancelha começa a crescer, com os fios pequenininhos espetandinho, passo o dia passando o dedo pra não esquecer quando chegar em casa.

 

mas eu sempre esqueço.

 

já fiz meia-perna, virilha, sombrancela, buço e axila com pinça. numa tacada só.

 

a sorte é que eu não sou das mais peludas.

 

*

 

3)

 

pra ficar à vontade (de verdade), eu tenho que ficar pelada (não totalmente, mas quase).

 

eu já pensei em me inscrever no big brother, mas só de pensar em passar três meses sem poder ficar uhú-livre-leve-e-solta, me dá um desgosto danado. guento não.

 

eu posso chegar em casa morrendo de vontade de fazer xixi, ou atrasada pra assistir o paredão. minha prioridade é tirar a roupa.

 

no frio eu ando pra lá e pra cá com uma cobertinha rosa.

 

por isso eu tenho várias lingeries graciosas. porque ninguém (belisco) merece calcinha bege à mostra.

 

*

 

4)

 

eu penso MUITO durante o almoço.

 

que todo mundo pensa eu sei, mas eu penso MUITO na quantidade de bebida em relação à quantidade de comida. às vezes passo sede pra não deixar faltar o grande gole final. às vezes bebo por obrigação, pra não sobrar demais. a comida eu como de maneira equilibrada também. vou pensando – dá pra comer mais três garfadas de couve pra equilibrar com o purê. só se alguma coisa está muito ruim, aí eu como ligeira pra poder me concentrar no resto.

 

por isso eu ofereço no começo. porque se alguém tiver que meter o bedelho no meu prato, que seja no início, onde os desequilíbrios são reversíveis. se você me pedir no final, vou falar – claro que pode! – mas por dentro vou xingar um pouquinho.

 

pode parecer trabalhoso. não pra mim, são anos de prática.

 

*