eu não sou uma pessoa cheia de fé. tou bem longe disso, na verdade. não confio nos outros com facilidade. não me abro com todo mundo. não abraço quem eu não gosto. eu mal sorrio pra desconhecidos.
e ainda assim, me decepciono pacas com o ser humano. sempre. toda hora. tem alguma coisa errada, não tem?
porque você não pode dar uma mão. ou duas. ou o braço. as pessoas querem sentar sobre a sua cabeça. mudam sua rotina sem perguntar se estão incomodando. sem pensar num plano b. e quando você reclama, pedem pra esperer. sabecomo? como se, tudo bem, você aguenta. por mim né.
não querida, eu não aguento. principalmente por você. amiga.
e as mentiras hein. que o povo conta. ninguém tem vergonha de mentir hoje em dia? de apontar um bode expiatório pra se livrar da responsabilidade? pra manter a pose, emprego, orgulho. não precisa mais que isso. como se ninguém percebesse. como se todo mundo esquecesse. ah, mentiu. mas foi uma mentirinha de nada né. se omitiu? ah, o que é omissão nesse mar de corrupção? nada. mentirinha pode. omissãozinha também pode. da próxima vez eu mando um elogio via e-mail. pra ficar bem claro que eu não guardo ressentimentos.
há! se eu contasse ninguém acreditaria.
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