mesmo em são paulo eu tenho suado horrores. cliente antigo, implantação nova. as pessoas se acostumam mal por aqui, acham que podem tirar o meu couro toda vez que a porca torce o rabo. e podem né. pagando bem, que mal tem. tá no contrato. então tou correndo de um lado pro outro, competindo com jesus crüst na arte de realizar milagres. já desbanquei no da multiplicação. com lag. mas desbancado.

e apesar de saber que cliente é tudo igual, eu tenho um certo apego com esse. que é a seguradora onde eu comecei a trabalhar de verdade. antes era tudo mei que de mentirinha. então eu ajudo a arrancar o meu couro e levanto a carcaça feito criança mostrando arte pra mãe. orgulhosa mesmo.

a questã é que. com todo esse auê em torno de quem vai e quem fica, eu tenho esperança e acredito no sting. porque né, eu tenho que acreditar em ALGUMA COISA. e o sting me parece uma saída inteligente. taca moedinha, pauzinho grande, dois pauzinhos pequenos. abre o sting e, tcharam, ele te diz absolutamente nada. mas deixa aberto à interpretação. ou seja, nada. e eu não sou de roubar a meu favor. interpreto da maneira mais equilibrada possível. e agora tou cobrando o sting. com antecedência. que é pra não dizer que não deu tempo de mexer os pauzinhos. sacou? sacou?

resumindo. se essa seguradora não me acolher num momento de necessidade/desemprego. fica registrado. eu faço uma loucura. das grandes. quebro tudo. me acabo no suco de manga com leite. subo no salto quinze e rodo o cabelão.

***

nem falei né.

que além de ter rolado O episódio que me faz sentir, a transformação, sem uma carequinha e uma lagriminha sequer, ainda teve o lance da melissa.

tá na cara que não tem ninguém colocando fé no programa hein. porque o tanto de melissa linda de morrer que existe e decidem dar um par daquelas mais basiquinhas. cinzas. todas iguais.

aposto que todas tinham o mesmo número também. 32. bem de top model da caximbinha.

ah. e teve propaganda do mexicano. mal paga pra carai. o tempo de uma inserção de 2 segundos da placa do estabelecimento. o nome quem viu mentiu. e a baladênha devidamente comentada sem uma ceninha pra dar uma credibilizada na bagaça.

ah. mas francamente dona sony.

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