Arquivo do mês: outubro 2007

wolfmother

semana de feriado é fogo. férias ou feriado. a gente entra numa marcha dos pinguins que parece não ter fim. todo mundo tóin pra lá tóin pra cá. se arrastando. e não é só pré. é pós também. que eu nunca supero essa sensação de perda quando é domingo à noite.

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resolvi pintar algumas coisas em casa. móveis e tudo mais. trocar as lâmpadas também. ambientes escuros me irritam à valer. em curitiba todas as lâmpadas eram fracas. na minha casa. não foi uma época áurea então a gente economizava nas lâmpadas pra ir à praia no feriado. se tivessem me perguntado eu não teria concordado. porque feriado é exceção. e quarto da gente é regra.

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quanto mais eu durmo, mais sono eu sinto.

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se alguém for às casas bahia fazer compras à prazo, for comprar carro, apartamento ou qualquer coisa parecida. pode chamar que eu acompanho.

tou super craque na calculador científica. pra calcular juros e tudo mais. tou me sentindo realmente poderosa. porque eu lembro bem da cara dos vendedores quando compramos o carro e o apartamento apertando aqueles botõezinhos freneticamente e eu lá, esperando, aceitando e assinando. não tinha idéia do que eles digitavam ali. tinha certeza de que eles tavam inventando qualquer coisa pra me convencer. e é lógico que agora eu recalculei. e putz, devia ter aprendido isso antes*. mas não. agora eu uso o débito automático, porque não tem mais jeito.

então me chamem. que eu vou me achando. e decubro toda a verdade por trás das letras miúdas!

*aliás, não só eu né. essa história de poder abrir conta em banco, pedir cheque e cartão de débito ou crédito antes de aprender a calcular juros compostos e todas as taxas que atormentam a vida das pessoas economicamente ativas, faz sentido nenhum não.

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saca a conexão cósmica entre nós. dias antes de colocar a foto dos placebos aqui, foi anunciada a saída do baterista steve hewitt da banda. e eu só soube hoje. e lamentei horrores. e vou voltar pra casa ouvindo placebo no ipod. tentando imaginar o que será agora que a banda embichou de vez. adoro. os três.

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agora eu vou de wolfmother rockeiros móderfóquers. que eu ando realmente viciada. falei pro ferédi. me sinto a MAIS rockeira do mundo quando tou ouvindo. daquelas que vão a bares chamados Caverna Rock Bar. de coturno. pra beber vinho barato em copo de prástico. toca raúl.

esses dias eu tava fazendo air guitar enquanto esperava o metrô. juro.

mesmo em são paulo eu tenho suado horrores. cliente antigo, implantação nova. as pessoas se acostumam mal por aqui, acham que podem tirar o meu couro toda vez que a porca torce o rabo. e podem né. pagando bem, que mal tem. tá no contrato. então tou correndo de um lado pro outro, competindo com jesus crüst na arte de realizar milagres. já desbanquei no da multiplicação. com lag. mas desbancado.

e apesar de saber que cliente é tudo igual, eu tenho um certo apego com esse. que é a seguradora onde eu comecei a trabalhar de verdade. antes era tudo mei que de mentirinha. então eu ajudo a arrancar o meu couro e levanto a carcaça feito criança mostrando arte pra mãe. orgulhosa mesmo.

a questã é que. com todo esse auê em torno de quem vai e quem fica, eu tenho esperança e acredito no sting. porque né, eu tenho que acreditar em ALGUMA COISA. e o sting me parece uma saída inteligente. taca moedinha, pauzinho grande, dois pauzinhos pequenos. abre o sting e, tcharam, ele te diz absolutamente nada. mas deixa aberto à interpretação. ou seja, nada. e eu não sou de roubar a meu favor. interpreto da maneira mais equilibrada possível. e agora tou cobrando o sting. com antecedência. que é pra não dizer que não deu tempo de mexer os pauzinhos. sacou? sacou?

resumindo. se essa seguradora não me acolher num momento de necessidade/desemprego. fica registrado. eu faço uma loucura. das grandes. quebro tudo. me acabo no suco de manga com leite. subo no salto quinze e rodo o cabelão.

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nem falei né.

que além de ter rolado O episódio que me faz sentir, a transformação, sem uma carequinha e uma lagriminha sequer, ainda teve o lance da melissa.

tá na cara que não tem ninguém colocando fé no programa hein. porque o tanto de melissa linda de morrer que existe e decidem dar um par daquelas mais basiquinhas. cinzas. todas iguais.

aposto que todas tinham o mesmo número também. 32. bem de top model da caximbinha.

ah. e teve propaganda do mexicano. mal paga pra carai. o tempo de uma inserção de 2 segundos da placa do estabelecimento. o nome quem viu mentiu. e a baladênha devidamente comentada sem uma ceninha pra dar uma credibilizada na bagaça.

ah. mas francamente dona sony.

calor. muito calor. 45 fucking graus. 43 na sombra. insuportável. até pra mim. que no rio de janeiro morei num prédio grudado numa pedra imensa que não deixava o ar circular. pior. muito pior.

e lá a água é lisa. veja só. não adianta esfregar. uma loucura isso. água ensaboada direto da fonte.

em dois dias tomamos 40 reais em sorvete a 25 centavos cada. é provável que a o preço das frutas dispare essa semana. a última colheita foi consumida em lins. devidamente empalitada e congelada.

e a família né. doida de tudo. trocentos tios, tias e primos.

barriga quadrigêmeos style = tio(a). barriga filho único/início da gestação de quadrigêmeos = primo(a).

o único nome que eu decorei foi do gabriel. primo. oito anos. meu truta das casinhas de lego.

aprendi a fazer um patê de alho di-vi-no.

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bntm – não vingou. parei de comentar.

a reprise no domingo rola na mesma hora do project runway. aí fiquei mei lá mei cá e decidi desencanar. as meninas são todas inhas (gatas, mas inhas), a fernanda tavares é o ser humano mais irritante da face da terra e o pinscher só aparece nos dois primeiros blocos. caguei.

project runway não decepciona. ainda que eu saiba o nome do vencedor. como estamos no meio da temporada, não comento também. assistam.

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não rolou de ver björk e a cat power. feist então né. nem eu nem ninguém.

pra dar uma compensada de leve, vamos àquele show planeta terra nome horrível. com devo, the rapture, a gordelicinha da lily allen e outras coisinhas. seria perfeito se tivesse wolfmother. que eu tou viciada à valer.

e antes desse aí – belisco descobriu hoje – ainda vai ter the eternals e eu tou chocada e emocionada. porque não é todo dia que a gente é pego de surpresa assim. com show demais de bão no sesc pelo preço de duas cervejas. adoro.

indo viajar. pro interiorr passar calorr.

ó. numa boa. vou criar uma categoria banheirón. porque parece que eu passo mais tempo escrevendo sobre banheiros do que sobre qualquer outra coisa. parece também que eu passo mais tempo no banheiro do que em qualquer outro lugar, mas não. aviso logo que eu não sou do tipo de lê ou enrola no banheiro. vou lá e pá pum. taí o belisco que não me deixa mentir :o) enfim, detalhes que não interessam a ninguém.

a questã é que passar o dia inteiro trabalhando sem tempo pra respirar é fogo. a ida ao banheiro é um dos únicos momentos em que se consegue abrir o foco, saca? aí eu boto reparo em tudo mesmo.

não que precisasse de esforço pra ver o que eu vi hoje.

tou lá de novo lavando as mãos.

a moça entra, dá aquela olhadela no espelho e vai fazer xixi. abaixa as calças, desagua, pega papel, enxuga a perseguida, ergue as calças, aperta a descarga e volta pra frente do espelho.

agora o teste. aponte o elemento crucial não relacionado na sequência acima.

dica. não se trata de lavar as mãos. eu não fiquei pra conferir, na verdade.

pois é. ela não fechou a porta.

quem diabos usa um banheiro público com a porta aberta? quem diabos não se incomoda com o fato de ter uma desconhecida zanzando por ali enquanto ela abre espaço pra secar a periquita? quem diabos perde a noção desse jeito? e como? por quê? quando?

uma coisa é certa. é o tipo de pessoa com que não se deve criar intimidade. porque de jeito nenhum que eu levo alguém assim pra minha casa hein. muito menos faço visita. porque se a pessoa se sente confortável o bastante ali, imagina quando te chamar de amiga.

támarrado esse lugar.

eu cresci no meio de bichos. sempre soube que o leite vem da vaca e não da caixinha, que ovo é um pintinho que não vingou, que a gente pega carrapato quando anda de cavalo e bicho do pé quando brinca na terra, peguei piolho umas trocentas vezes (minha maior lembrança do rio de janeiro, inclusive), tomei banho de rio e de lago, tive galinha d´angola, coelho e porquinho da índia de estimação, etc, etc, etc.

agora, um peru elegante como esse, gente, nunca tinha visto não. é assim mesmo?

achei chique.

brazil´s next top model. episódio 3. acho. a carioca é chata. o que é super previsível. mas eu sou vaca e sempre me encanto com um rabo de saia (de cabelo curto e pele branquinha então). mas já desencantei e deixou de ser preferida. porque no meu mundo só há espaço pra uma carioca chorona. que sou eu, é claro. e se é pra chorar, por favor, faça isso no aconchego do seu lar e no ombro do seu namorado. choradeira em rede nacional é chato demais. principalmente quando não há conflito néam. porque tão fazendo questão hein, de serem chatas/desinteressantes. enfim. o posto de preferida está vago. e pelo andar da carruagem, vou eleger o pazzetto mesmo. que é cabeçudo e o ÚNICO ser humano simpático daquele lugar. que história é essa do herchcovitch não poder sorrir durante o júri? alou né amigo. disseram que ele precisava pegar pesado e ele entendeu que devia ser sem graça e não podia sorrir. e ainda deu a dica à erika palomino. super dispensáveis.

a edição do programa continua não ajudando. durante o júri/eliminação uma das meninas foi chamada de metida, esnobe, blablabla. e cadê que eu entendi? pode ser que eu tenha dormido (assisti a reprise de madrugada, morrendo de sono), mas eu não sei de onde tiraram tudo isso. o maquiador também reclamou horrores da carioca, mas ninguém viu a conversa dos dois. então tá. a gente segue meio que acreditando nas entrelinhas e tals.

a gordênha se foi. ó. ninguém esperava hein. o fator surpresa imperando nervoso. mas foi uma pena pela picuinha, porque agora só sobra falar mal da candidata et. que, se seguir a linha do programa original vai encher o saco até a semi final. pra dar aquele alvoroço na rapêize mesmo. mas nada, nada e morre na praia. porque aquele rostinho, minha gente, ninguém merece.

tou apostando na vitória da mariana v, por enquanto. que é a única que tem cara de modelo. por uma ótica otimista.

muita propaganda de absorvente e a fernanda motta fazendo laboratório pro filme do meirelles com aquelas sobrancelhas irritantes sobre os olhos. impossível parar de pensar na malu mader.

no programa que vem parece que a coisa esquenta. vão fazer o que deviam ter feito desde o começo, cortar a cabeleira do povo. e é claro que ruiva vai soltar a franga e dar piti. oba. clima de amizade em reality não pega bem.