magnoliaaa

Entradas do Outubro 2007

31 31UTC Outubro 31UTC 2007 · Deixe um comentário

wolfmother

semana de feriado é fogo. férias ou feriado. a gente entra numa marcha dos pinguins que parece não ter fim. todo mundo tóin pra lá tóin pra cá. se arrastando. e não é só pré. é pós também. que eu nunca supero essa sensação de perda quando é domingo à noite.

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resolvi pintar algumas coisas em casa. móveis e tudo mais. trocar as lâmpadas também. ambientes escuros me irritam à valer. em curitiba todas as lâmpadas eram fracas. na minha casa. não foi uma época áurea então a gente economizava nas lâmpadas pra ir à praia no feriado. se tivessem me perguntado eu não teria concordado. porque feriado é exceção. e quarto da gente é regra.

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quanto mais eu durmo, mais sono eu sinto.

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se alguém for às casas bahia fazer compras à prazo, for comprar carro, apartamento ou qualquer coisa parecida. pode chamar que eu acompanho.

tou super craque na calculador científica. pra calcular juros e tudo mais. tou me sentindo realmente poderosa. porque eu lembro bem da cara dos vendedores quando compramos o carro e o apartamento apertando aqueles botõezinhos freneticamente e eu lá, esperando, aceitando e assinando. não tinha idéia do que eles digitavam ali. tinha certeza de que eles tavam inventando qualquer coisa pra me convencer. e é lógico que agora eu recalculei. e putz, devia ter aprendido isso antes*. mas não. agora eu uso o débito automático, porque não tem mais jeito.

então me chamem. que eu vou me achando. e decubro toda a verdade por trás das letras miúdas!

*aliás, não só eu né. essa história de poder abrir conta em banco, pedir cheque e cartão de débito ou crédito antes de aprender a calcular juros compostos e todas as taxas que atormentam a vida das pessoas economicamente ativas, faz sentido nenhum não.

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saca a conexão cósmica entre nós. dias antes de colocar a foto dos placebos aqui, foi anunciada a saída do baterista steve hewitt da banda. e eu só soube hoje. e lamentei horrores. e vou voltar pra casa ouvindo placebo no ipod. tentando imaginar o que será agora que a banda embichou de vez. adoro. os três.

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agora eu vou de wolfmother rockeiros móderfóquers. que eu ando realmente viciada. falei pro ferédi. me sinto a MAIS rockeira do mundo quando tou ouvindo. daquelas que vão a bares chamados Caverna Rock Bar. de coturno. pra beber vinho barato em copo de prástico. toca raúl.

esses dias eu tava fazendo air guitar enquanto esperava o metrô. juro.

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30 30UTC Outubro 30UTC 2007 · Deixe um comentário

mesmo em são paulo eu tenho suado horrores. cliente antigo, implantação nova. as pessoas se acostumam mal por aqui, acham que podem tirar o meu couro toda vez que a porca torce o rabo. e podem né. pagando bem, que mal tem. tá no contrato. então tou correndo de um lado pro outro, competindo com jesus crüst na arte de realizar milagres. já desbanquei no da multiplicação. com lag. mas desbancado.

e apesar de saber que cliente é tudo igual, eu tenho um certo apego com esse. que é a seguradora onde eu comecei a trabalhar de verdade. antes era tudo mei que de mentirinha. então eu ajudo a arrancar o meu couro e levanto a carcaça feito criança mostrando arte pra mãe. orgulhosa mesmo.

a questã é que. com todo esse auê em torno de quem vai e quem fica, eu tenho esperança e acredito no sting. porque né, eu tenho que acreditar em ALGUMA COISA. e o sting me parece uma saída inteligente. taca moedinha, pauzinho grande, dois pauzinhos pequenos. abre o sting e, tcharam, ele te diz absolutamente nada. mas deixa aberto à interpretação. ou seja, nada. e eu não sou de roubar a meu favor. interpreto da maneira mais equilibrada possível. e agora tou cobrando o sting. com antecedência. que é pra não dizer que não deu tempo de mexer os pauzinhos. sacou? sacou?

resumindo. se essa seguradora não me acolher num momento de necessidade/desemprego. fica registrado. eu faço uma loucura. das grandes. quebro tudo. me acabo no suco de manga com leite. subo no salto quinze e rodo o cabelão.

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nem falei né.

que além de ter rolado O episódio que me faz sentir, a transformação, sem uma carequinha e uma lagriminha sequer, ainda teve o lance da melissa.

tá na cara que não tem ninguém colocando fé no programa hein. porque o tanto de melissa linda de morrer que existe e decidem dar um par daquelas mais basiquinhas. cinzas. todas iguais.

aposto que todas tinham o mesmo número também. 32. bem de top model da caximbinha.

ah. e teve propaganda do mexicano. mal paga pra carai. o tempo de uma inserção de 2 segundos da placa do estabelecimento. o nome quem viu mentiu. e a baladênha devidamente comentada sem uma ceninha pra dar uma credibilizada na bagaça.

ah. mas francamente dona sony.

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29 29UTC Outubro 29UTC 2007 · Deixe um comentário

calor. muito calor. 45 fucking graus. 43 na sombra. insuportável. até pra mim. que no rio de janeiro morei num prédio grudado numa pedra imensa que não deixava o ar circular. pior. muito pior.

e lá a água é lisa. veja só. não adianta esfregar. uma loucura isso. água ensaboada direto da fonte.

em dois dias tomamos 40 reais em sorvete a 25 centavos cada. é provável que a o preço das frutas dispare essa semana. a última colheita foi consumida em lins. devidamente empalitada e congelada.

e a família né. doida de tudo. trocentos tios, tias e primos.

barriga quadrigêmeos style = tio(a). barriga filho único/início da gestação de quadrigêmeos = primo(a).

o único nome que eu decorei foi do gabriel. primo. oito anos. meu truta das casinhas de lego.

aprendi a fazer um patê de alho di-vi-no.

***

bntm – não vingou. parei de comentar.

a reprise no domingo rola na mesma hora do project runway. aí fiquei mei lá mei cá e decidi desencanar. as meninas são todas inhas (gatas, mas inhas), a fernanda tavares é o ser humano mais irritante da face da terra e o pinscher só aparece nos dois primeiros blocos. caguei.

project runway não decepciona. ainda que eu saiba o nome do vencedor. como estamos no meio da temporada, não comento também. assistam.

***

não rolou de ver björk e a cat power. feist então né. nem eu nem ninguém.

pra dar uma compensada de leve, vamos àquele show planeta terra nome horrível. com devo, the rapture, a gordelicinha da lily allen e outras coisinhas. seria perfeito se tivesse wolfmother. que eu tou viciada à valer.

e antes desse aí – belisco descobriu hoje – ainda vai ter the eternals e eu tou chocada e emocionada. porque não é todo dia que a gente é pego de surpresa assim. com show demais de bão no sesc pelo preço de duas cervejas. adoro.

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26 26UTC Outubro 26UTC 2007 · Deixe um comentário

indo viajar. pro interiorr passar calorr.

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24 24UTC Outubro 24UTC 2007 · 4 Comentários

ó. numa boa. vou criar uma categoria banheirón. porque parece que eu passo mais tempo escrevendo sobre banheiros do que sobre qualquer outra coisa. parece também que eu passo mais tempo no banheiro do que em qualquer outro lugar, mas não. aviso logo que eu não sou do tipo de lê ou enrola no banheiro. vou lá e pá pum. taí o belisco que não me deixa mentir :o) enfim, detalhes que não interessam a ninguém.

a questã é que passar o dia inteiro trabalhando sem tempo pra respirar é fogo. a ida ao banheiro é um dos únicos momentos em que se consegue abrir o foco, saca? aí eu boto reparo em tudo mesmo.

não que precisasse de esforço pra ver o que eu vi hoje.

tou lá de novo lavando as mãos.

a moça entra, dá aquela olhadela no espelho e vai fazer xixi. abaixa as calças, desagua, pega papel, enxuga a perseguida, ergue as calças, aperta a descarga e volta pra frente do espelho.

agora o teste. aponte o elemento crucial não relacionado na sequência acima.

dica. não se trata de lavar as mãos. eu não fiquei pra conferir, na verdade.

pois é. ela não fechou a porta.

quem diabos usa um banheiro público com a porta aberta? quem diabos não se incomoda com o fato de ter uma desconhecida zanzando por ali enquanto ela abre espaço pra secar a periquita? quem diabos perde a noção desse jeito? e como? por quê? quando?

uma coisa é certa. é o tipo de pessoa com que não se deve criar intimidade. porque de jeito nenhum que eu levo alguém assim pra minha casa hein. muito menos faço visita. porque se a pessoa se sente confortável o bastante ali, imagina quando te chamar de amiga.

támarrado esse lugar.

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24 24UTC Outubro 24UTC 2007 · Deixe um comentário

eu cresci no meio de bichos. sempre soube que o leite vem da vaca e não da caixinha, que ovo é um pintinho que não vingou, que a gente pega carrapato quando anda de cavalo e bicho do pé quando brinca na terra, peguei piolho umas trocentas vezes (minha maior lembrança do rio de janeiro, inclusive), tomei banho de rio e de lago, tive galinha d´angola, coelho e porquinho da índia de estimação, etc, etc, etc.

agora, um peru elegante como esse, gente, nunca tinha visto não. é assim mesmo?

achei chique.

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24 24UTC Outubro 24UTC 2007 · Deixe um comentário

brazil´s next top model. episódio 3. acho. a carioca é chata. o que é super previsível. mas eu sou vaca e sempre me encanto com um rabo de saia (de cabelo curto e pele branquinha então). mas já desencantei e deixou de ser preferida. porque no meu mundo só há espaço pra uma carioca chorona. que sou eu, é claro. e se é pra chorar, por favor, faça isso no aconchego do seu lar e no ombro do seu namorado. choradeira em rede nacional é chato demais. principalmente quando não há conflito néam. porque tão fazendo questão hein, de serem chatas/desinteressantes. enfim. o posto de preferida está vago. e pelo andar da carruagem, vou eleger o pazzetto mesmo. que é cabeçudo e o ÚNICO ser humano simpático daquele lugar. que história é essa do herchcovitch não poder sorrir durante o júri? alou né amigo. disseram que ele precisava pegar pesado e ele entendeu que devia ser sem graça e não podia sorrir. e ainda deu a dica à erika palomino. super dispensáveis.

a edição do programa continua não ajudando. durante o júri/eliminação uma das meninas foi chamada de metida, esnobe, blablabla. e cadê que eu entendi? pode ser que eu tenha dormido (assisti a reprise de madrugada, morrendo de sono), mas eu não sei de onde tiraram tudo isso. o maquiador também reclamou horrores da carioca, mas ninguém viu a conversa dos dois. então tá. a gente segue meio que acreditando nas entrelinhas e tals.

a gordênha se foi. ó. ninguém esperava hein. o fator surpresa imperando nervoso. mas foi uma pena pela picuinha, porque agora só sobra falar mal da candidata et. que, se seguir a linha do programa original vai encher o saco até a semi final. pra dar aquele alvoroço na rapêize mesmo. mas nada, nada e morre na praia. porque aquele rostinho, minha gente, ninguém merece.

tou apostando na vitória da mariana v, por enquanto. que é a única que tem cara de modelo. por uma ótica otimista.

muita propaganda de absorvente e a fernanda motta fazendo laboratório pro filme do meirelles com aquelas sobrancelhas irritantes sobre os olhos. impossível parar de pensar na malu mader.

no programa que vem parece que a coisa esquenta. vão fazer o que deviam ter feito desde o começo, cortar a cabeleira do povo. e é claro que ruiva vai soltar a franga e dar piti. oba. clima de amizade em reality não pega bem.

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22 22UTC Outubro 22UTC 2007 · 1 Comentário

me sinto bem idiota falando isso. porque, veja bem, eu ainda sonho com uma pousada na praia/ plantação de seringueiras. e já quis ser cientista social, veterinária, amazona, figurante da malhação, juíza de curva de piscina, etc, etc, etc. todas essas coisas que têm lá sua beleza quando você não tem contas a pagar. normal. antes dos 12. mas hoje tudo o que eu penso é trabalhar numa consultoria atuarial. pois é. consultoria atuarial. cuspi forte pra cima. já que sou uma das defensoras do projeto de extinção dos administradores e contadores. projeto meu esse (que prevê o fim da posição, não dos seres humanos. . sr. mihail pode respirar aliviado). mas depois que eu fiz aquele diaxo daquela entrevista fiquei imaginando coisas incríveis saindo da minha própria cabecinha direto pra uma nota técnica limpinha, virgenzinha e pensei UAAAAU. é tão bom enxergar aplicações práticas praquele bando de aula (não tão) inútil. e tudo começa a fazer um sentido tão grande que acho que eu poderia até fazer amizade com o edir macedo. de tanta paz que me dá. super tolerante. e o problema todo é que a moça lá, da entrevista, ficou super empolgada e me contou A vida. pode perguntar a cor da calcinha dela que eu sei. mas não conversamos apenas de calcinhas. aliás, mal conversamos sobre isso. falamos muito sobre o papel das consultorias e os planos fechados de previdência e blablabla e eu sei que vocês estão bocejando. como diria a katylene, umidifiquei horrores. e não foi por causa da calcinha. foi a merda do trampo. que eu nem sabia que existia. e até aquele momento meu futuro profissional dependia única e exclusivamente de seguradoras. mas não. há um milhão de outras possibilidades. e uau.

e aí eu te pergunto, caro amigo telespectador. é demais pedir um emprego numa consultoriazinha dessa? é demais pedir que esse emprego pague um salário decente? é normal sonhar com uma coisa tão babaca quanto essa?

jäzzus. tenho medo de mim.

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22 22UTC Outubro 22UTC 2007 · Deixe um comentário

e no final de semana eu fui `a uma convencao de tatuagem. ge-in-tem. puta programinho cu. uma chatice sem fim. foi bom porque minha irmã tinha ingressos e a gente precisava (tentar) conversar. conversamos pouco, mas já valeu alguma coisa.

a tal da convenção é assim. uns 50 stands iguais, barulhinho de máquina de tatuar, uma quentura sem fim, comidas e bebidas a preços homéricos e um bando de gente andando pra lá e pra cá mostrando o quando é descolado ser tatuado. aí um tira foto de outro, a mulherada veste umas sungas horrendas, outras erguem os shorts e saias pra exibir o útero, os homens andam sem camisa, todo mundo suando e confraternizando. dançando e rodando, diria o sílvio.

pra coroar o bom humor um cara pediu pra tirar uma foto minha. ate aí (mais ou menos) tudo bem, porque tá no inferno abraça o diabo então vamo lá. fiquei perdida feito o diabo, com A caipira no corpo. pedi pra tirar foto com a minha irmã, mas o cara foi mais rápido e disse que eu era uma idiota porque só eu tenho tatuagem. tá, ele nao me chamou de idiota, mas foi assim que eu entendi. fui lá e fiz pose pra mostrar o braço. a questao é que ele nao queria tirar foto só do braço. queria de corpo e alma. na frente de uns desses carros antigos que a rapeize gosta. aí lascou-se né. porque não bastava pedir pra eu fazer carão (oi?hein?), tinha que me fotografar de baixo, de lado, bem do jeito que meu queixo duplo gosta de aparecer.

aí ele tirou meia dúzia de fotos e eu saí correndo. de novo ele foi mais rápido e perguntou se eu não queria ver. parei 5 segundos do lado dele, vi que as fotos ficaram medonhas, comecei a dar minha risada de japonesa envergonhada e saí correndo dali. nao tou exagerando. saí correndo. caipira mesmo. tosca de tudo.

depois eu fiquei pensando no papelão. de não ter conseguido estabelecer o mínimo de comunicação com o moço e nem ter dado tudo de mim no carão. mas enfim, agora é tarde e minha foto deve tá por aí na internet com a legenda – a japa-queixo-duplo caipira.

* e agora a minha irmã resolveu tatuar. e eu tou contra. porque eu posso não ser a pessoa mais indicada pra opinar, mas putamerda, ela é uma menina tão linda e quer fazer um MAORI na perna. que é um lance que eu adoro, mas tenho um medo danado de virar um tribal daqui um tempo. fada, saca? aquele tipo de coisa que você olha e pensa bela merda hein. e é um monte de preto na perna, numa perna tão bonita e perfeitinha e … aiai. fico feito mãe. de coração partido. então fica aqui o apelo. se alguém encontrar a minha irmã, por favor, comente sobre a tatuagem que ela não deve fazer. se não der certo eu parto pro plano b. quebrar os dois braços do tatuador.

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19 19UTC Outubro 19UTC 2007 · Deixe um comentário

intolerância ativar.

*

desmascarei uma das porcas do banheiro.

eu tava bem lavando as mãos quando ela saiu do cubículo SEM APERTAR A DESCARGA. provavelmente não ia lavar as mãos também. mas assim que me viu voltou. e apertou a descarga. um tempão. olhando pra privada.

e ó que eu tenho certeza que ela tinha cagado horrores. porque não há necessidade de apertar aquele tanto de descarga. e EU SEI que se ela não tivesse me visto – rolou até um pulinho de oi, você por aqui? – tinha deixado o torôço lá. exposto.

e eu bem que tento não levar pra esse lado. mas toda vez que vejo um(a) crente fazendo merda sinto mais raiva ainda. porque alo-ou, eu não acredito em deus. e teria um milhão de motivos pra justificar qualquer porcalhada que resolvesse fazer. NINGUÉM VAI ME PUNIR POR ISSO, entende? caganda mesmo. mas esse povo do cabelão devia temer a porra da fúria de deus, não devia? só porque não tem um mandamento específico de manterás a higiene do banheiro coletivo? precisa?

parece que sim. o grande erro foi ter escrito a caralha dos mandamentos. alguém tinha que ter desenhado aquilo.

*

e veja bem. eu tenho amigos crentes. a diferença é que eu não lembro disso toda vez que olho pra eles. o que torna a nossa vida muito mais saudável já que evita que eu passe o dia fazendo piadas de ih, vai pro inferno ou sobrou um do dízimo pra rachar a breja?, etc. dá pra abstrair numa boa.

mas cabelonojinho até a canela é demais pra mim.

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